Ai vai a lista de shows no Brasil – se prepare, vem coisa boa…

Para não ficar um “Brasilia Urgente” aqui no meu blog, resovi colocar uma lista de shows para esse ano…

Coldplay – 28 de fevereiro no Rio (Praça da Apoteose) e em 2 de março em São Paulo (Estádio do Morumbi). Os preços das entradas variam de R$ 160 a R$ 500 e ainda há setores disponíveis. 

Guns N’ Roses – Brasília (dia 7), Belo Horizonte (no dia 10), São Paulo (dia 13), Rio de Janeiro (dia 14) e Porto Alegre (dia 16).

A-ha – Bauru, no interior de São Paulo, no dia 9. Em seguida o grupo toca em São Paulo (dia 10), no Rio de Janeiro (dia 13), em Belo Horizonte (dia 14), em Brasília (dia 16) e no Recife (dia 18). Os ingressos já estão à venda.

Franz Ferdinand – Porto Alegre (dia 18, no Pepsi on Stage), no Rio de Janeiro (dia 19, na Fundição Progresso), em Brasília (dia 21, em local a ser confirmado) e em São Paulo (dia 23, no Via Funchal).

Social Distortion – dias 17, no Via Funchal (São Paulo); dia 18, no Curitiba Master Hall (Curitiba); e dia 20, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho (Porto Alegre).

Gossip  – festival ‘Virus Chilli Beans’ nos dias 19 e 20, em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente. Os ingressos custam R$ 100 (primeiro lote) em São Paulo, e o preço no Rio ainda não foi confirmado

ZZ Top – dia 22 de maio no Via Funchal(SP)- Ingressos variam de R$ 200 a R$ 300, com meia entrada.

 

Escolha os shows e vão…

hehehe…

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Pixies toca músicas dos lados B do disco “Doolittle” em turnê

Notícias do Uol

A banda norte-americana Pixies vai tocar ao vivo todas as músicas do disco “Doolittle” e os respectivos lados B dos singles do álbum. As apresentações acontecem na turnê européia que o grupo fará entre os dias 1º e 15 de outubro.

A série de shows comemora os 20 anos do segundo álbum do Pixies e passará por cidades como Londres, Glasgow, Dublin e Paris.

O disco “Doolittle” foi lançado em 1989 e consolidou o Pixies como um dos principais nomes do rock independente norte-americano na virada dos anos 80 e 90. Faixas como “Here Comes Your Man” e “Monkey Gone to Heaven” ajudaram a tirar a banda do círculo indie e levaram o Pixies a um público maior.

Entre as canções lançadas como lados B dos singles estão “Manta Ray”, Weird at My School” e “Into The White”.

Discografia do Pixies receberá reedições de luxo em junho

A banda norte-americana de rock alternativo Pixies anunciou nesta terça-feira (21), que seus álbuns de estúdio serão reeditados em duas caixas, cuja data de lançamento está programada para o dia 15 de junho.

A coleção, intitulada “Minotaur” incluirá os álbuns “Surfer Rosa” (1988), “Doolittle” (1989), “Bossanova” (1990) e “Trompe Le Monde” (1991), além do EP de estréia “Come on Pilgrim” (1987). Segundo o site da revista Billboard, ainda não foi decidido se serão incluídas faixas bônus.

“Minotaur” virá nas versões “Deluxe” e “Limitada”. A primeira custará US$ 175 e trará os álbuns (e EP) em CDs de ouro 24 quilates e Blu-Ray e um livro de 54 páginas, além de um DVD com um show de 1991 na Brixton Academy em Londres e todos os clipes da banda.

A versão limitada, que virá numa caixa especial, será vendida por US$ 450 e traz também versões em vinil de 180 gramas de todos os discos, um livro de 72 páginas em capa dura e um pôster do artista gráfico Vaughan Oliver, responsável, junto com Simon Larbalestier, pela arte das duas edições de “Minotaur” e de todos os demais lançamentos do Pixies.

Formado em 1986 em Boston por Black Francis (guitarra e vocais), Joey Santiago (guitarra), Kim Deal (baixo e vocais), e David Lovering (bateria), o Pixies se tornou uma das principais bandas do rock alternativo norte-americano a partir do ano seguinte com o EP de estréia, “Come on Pilgrim”.

Seu estilo, marcado pelo contraste de partes melódicas e silenciosas com explosões de barulho deixou marcas visíveis no rock da década de 90, notadamente no Nirvana.

Após o fim da banda em 1993, o vocalista Black Francis se dedicou à carreira solo sob o nome de Frank Black. A baixista Kim Deal, por sua vez, se concentrou em sua banda paralela, o Breeders. Em 2004 o Pixies voltou para uma turnê internacional e tem feito aparições esporádicas desde então.

Desculpe os fãs, mas Oasis já ta na hora de descer do salto

Olha só, esses caras só querem ser os Beathes, de Liverpol, mas a cada vez tem uma “frescurite” diferente, confira o que eu achei por aqui no wordpress.

 

Show Oasis (Arena Anhembi – 09/05/09)

It rains like Mancheter.” Essa foi a frase, carregada do sotaque de Liam, que marcou o show do Oasis em São Paulo em 2006. No último sábado, dessa vez em um palco muito mais digno para a banda, a chuva apareceu novamente. Coincidência? Sim, mas podia não ser. As apresentações irmãos Gallagher são mesmo assim: pouco mudam.

Alguns momentos são esperados com a mesma certeza de ouvir Wonderwall, como a própria apresentação deste que é  hino da banda – “this one is called Wonderwall” – e a entrada do quinteto ao som de Fucking ´n the Bushes. Mas nesta turnê, a banda definitivamente não se preocupou em surpreender o público. O setlist deve ter sido impresso em escala indústria. Bem generoso, com lugar para  muitos clássicos, mas já esperado. Em resposta aos pedidos dos fãs por Live Forever, música que ficou de fora do setlist, Noel apenas diz “I don´t think so. Esse é o nosso show. Nós dizemos o que vamos tocar, não o contrário.”

É por conta de frases como esta acima que fica a surpresa dos shows do irmãos Gallagher. Geniosos, eles são bem imprevisíveis. O que se espera são suas palavras. Raras, mas sempre marcantes. Dessa vez, até que mostraram certa simpatia e fizeram brincadeira com a chuva. Mas, irritado com as pessoas que jogavam coisas no palco, Noel logo mudou de tom e, apontando para os bagunceiros, ameaçou sair do palco se continuassem (algo que o irmão fez, de fato, em um festival de Lisboa, alguns anos atrás).

Nesta terceira vinda da banda à São Paulo, notou-se, no entanto, uma grande diferença. Esta, inevitável. O tempo passou e isso está não apenas na aparência dos ingleses, mas também na voz, principalmente de Liam, que, às vezes, desafina. A energia também diminuiu, nota-se pelas músicas dste último álbum,  Dig Out Your Soul. Ótimas, com destaque para a apresentação ao vivo de Waiting for the Rapture, mas com uma pegada bem diferente e mais contida do que em Rock ´n Roll Star – primeira música do cd de estréia da banda e a primeira do show.

Nada compromete, no entanto, a animação do show, garantida por essas canções da velha safra – apesar de músicas como Lyla e The Importande of Being Idle já serem bem conhecidas pelo público. A versão mais intimista de Don´t Look Back in Anger ressaltou as 15 mil vozes que acompanharam Noel em coro. Todos cantam, todos pulam–  seja para extravasar, seja para ver um pouco mais do palco. Em show do Oasis, até que a chuva é bem-vinda.