Brasil derrotado e viva a Holanda

Gente: O Dunga mostrou que é ser técnico na parte de organização, postura e disciplina. Foi um técnico campeão, ganhou a copa das confederações e teve em seu comando uma equipe que teve absurdamente mais vitórias que derrotas, mérito dele, foi pulso forte. Mas também mostrou inesperiência de um iniciante em começar com Felipe Melo, poderia ser com Ramires, não é verdade? Isso talvez acabou com o time hoje. A CBF poderia chamar um técinico experiênte, campeão, pelos momentos difíceis, tem que ser um técnico experiente. O fato de chamar um e outro não conta agora, perdemos. Ganço é novo, Adriano sem rítmo, Ronaldinho se jogar da escadaria sai rolando.

 Valeu Dunga contra a Globo e valeu seleção, tentamos mas não conseguimos.

Bom moço Kaká, mas, hoje não foi o dia dele.

FELIPE MELO – pelo amor de Deus, não vista mais a camisa da Seleção.

FORA FELIPE MELO

Agora, vamos torcer para a Holanda, injustiçada na década de 70 com um time envolvente, a Holanda é um grande time e no segundo tempo envolveu o Brasil e conseguiu a vitória.

BRASIL CAMPEÃO MUNDIAL DE 2014 EM CASA

TEXTO MUITO BOM – NÃO INFORMADO O AUTOR.. MAS LEIA

“Enquanto os cães ladram, a carruagem passa….. Pobres idiotas preconceituosos…”
Não sou Petista, gosto de rock, estou longe da ética e de ser o cara mais certo do mundo.;… mas não sou homem público também.. minha sorte.

O comentário a seguir é mais uma atitude de pessoas que dizem o que quer e falam o que pensam. O raciocinio humano é por aí,  as pessoas que estão um pouco acima, pisam nas debaixo.

Nós, na televisão, assistimos artistas e celebridades participando de projetos para crianças pobres no morro, favela ou locais menos privilégiados com sorrisos, e por sinal, muitas vezes com boa vontade, mas, a contrapartida é que  não aceitam que uma pessoa menos privilégiada chegue ao poder. Porque? Os seres humanos não são iguais? Ou estou enganado?

Discriminações como essas e de Boris Casoy são o retrato da classe privilégiada Brasileira: São, em sua maioria, Mesquinha, preconceituosa e muitas vezes racista.

Não sei quem escreveu esse texto abaixo, mas leia, foi muito bem feito.. é sobre a pré-candidata Marina Silva, Lula e seus desafetos Rita Lee e Caetano Veloso.

Ed

texto:

FOME DE MARINA

Há pouco, Caetano Veloso descartou do seu horizonte eleitoral o presidente Lula da Silva, justificando: “Lula é analfabeto”. Por isso, o cantor baiano aderiu à candidatura da senadora Marina da Silva, que tem diploma universitário. Agora, vem a roqueira Rita Lee dizendo que nem assim vota em Marina para presidente, “porque ela tem cara de quem está com fome”.
Os Silva não têm saída: se correr o Caetano pega, se ficar a Rita come.
Tais declarações são espantosas, porque foram feitas não por pistoleiros truculentos, mas por dois artistas refinados, sensíveis e contestadores, cujas músicas nos embalam e nos ajudam a compreender a aventura da existência humana.
Num país dominado durante cinco séculos por bacharéis cevados, roliços e enxudiosos, eles naturalizaram o canudo de papel e a banha como requisitos indispensáveis ao exercício de governar, para o qual os Silva, por serem iletrados e subnutridos, estariam despreparados.
Caetano Veloso e Rita Lee foram levianos, deselegantes e preconceituosos. Ofenderam o povo brasileiro, que abriga, afinal, uma multidão de silvas famélicos e desescolarizados.
De um lado, reforçam a ideia burra e cartorial de que o saber só existe se for sacramentado pela escola e que tal saber é condição sine qua non para o exercício do poder. De outro, pecam querendo nos fazer acreditar que quem está com fome carece de qualidades para o exercício da representação política.

A rainha do rock, debochada, irreverente e crítica, a quem todos admiramos, dessa vez pisou na bola. Feio.”Venenosa! Êh êh êh êh êh!/ Erva venenosa, êh êh êh êh êh!/ É pior do que cobra cascavel/ O seu veneno é cruel./ Deus do céu!/ Como ela é maldosa!”.
Nenhum dos dois – nem Caetano, nem Rita – têm tutano para entender esse Brasil profundo que os silvas representam.
A senadora Marina da Silva tem mesmo cara de quem está com fome? Ou se trata de um preconceito da roqueira, que só vê desnutrição ali onde nós vemos uma beleza frágil e sofrida de Frida Kahlo, com seu cabelo amarrado em um coque, seus vestidos longos e seu inevitável xale?
Talvez Rita Lee tenha razão em ver fome na cara de Marina, mas se trata de uma fome plural, cuja geografia precisa ser delineada. Se for fome, é fome de quê?
O mapa da fome
A primeira fome de Marina é, efetivamente, fome de comida, fome que roeu sua infância de menina seringueira, quando comeu a macaxeira que o capiroto ralou. Traz em seu rosto as marcas da pobreza, de uma fome crônica que nasceu com ela na colocação de Breu Velho, dentro do Seringal Bagaço, no Acre.
Órfã da mãe ainda menina, acordava de madrugada, andava quilômetros para cortar seringa, fazia roça, remava, carregava água, pescava e até caçava. Três de seus irmãos não aguentaram e acabaram aumentando o alto índice de mortalidade infantil.
Com seus 53 quilos atuais, a segunda fome de Marina é dos alimentos que, mesmo agora, com salário de senadora, não pode usufruir: carne vermelha, frutos do mar, lactose, condimentos e uma longa lista de uma rigorosa dieta prescrita pelos médicos, em razão de doenças contraídas quando cortava seringa no meio da floresta. Aos seis anos, ela teve o sangue contaminado por mercúrio. Contraiu cinco malárias, três hepatites e uma leishmaniose.
A fome de conhecimentos é a terceira fome de Marina. Não havia escolas no seringal. Ela adquiriu os saberes da floresta através da experiência e do mundo mágico da oralidade. Quando contraiu hepatite, aos 16 anos, foi para a cidade em busca de tratamento médico e aí mitigou o apetite por novos saberes nas aulas do Mobral e no curso de Educação Integrada, onde aprendeu a ler e escrever.

Fez os supletivos de 1º e 2º graus e depois o vestibular para o Curso de História da Universidade Federal do Acre, trabalhando como empregada doméstica, lavando roupa, cozinhando, faxinando.

Fome e sede de justiça: essa é sua quarta fome. Para saciá-la, militou nas Comunidades Eclesiais de Base, na associação de moradores de seu bairro, no movimento estudantil e sindical. Junto com Chico Mendes, fundou a CUT no Acre e depois ajudou a construir o PT.
Exerceu dois mandatos de vereadora em Rio Branco, quando devolveu o dinheiro das mordomias legais, mas escandalosas, forçando os demais vereadores a fazerem o mesmo. Elegeu-se deputada estadual e depois senadora, também por dois mandatos, defendendo os índios, os trabalhadores rurais e os povos da floresta.
Quem viveu da floresta, não quer que a floresta morra. A cidadania ambiental faz parte da sua quinta fome. Ministra do Meio Ambiente, ela criou o Serviço Florestal Brasileiro e o Fundo de Desenvolvimento para gerir as florestas e estimular o manejo florestal.
Combateu, através do Ibama, as atividades predatórias. Reduziu, em três anos, o desmatamento da Amazônia de 57%, com a apreensão de um milhão de metros cúbicos de madeira, prisão de mais 700 criminosos ambientais, desmonte de mais de 1,5 mil empresas ilegais e inibição de
37 mil propriedades de grilagem.
Tudo vira bosta
Esse é o retrato das fomes de Marina da Silva que – na voz de Rita Lee
– a descredencia para o exercício da presidência da República porque, no frigir dos ovos, “o ovo frito, o caviar e o cozido/ a buchada e o cabrito/ o cinzento e o colorido/ a ditadura e o oprimido/ o prometido e não cumprido/ e o programa do partido: tudo vira bosta”.
Lendo a declaração da roqueira, é o caso de devolver-lhe a letra de outra música – ‘Se Manca’ – dizendo a ela: “Nem sou Lacan/ pra te botar no divã/ e ouvir sua merda/ Se manca, neném!/ Gente mala a gente trata com desdém/ Se manca, neném/ Não vem se achando bacana/ você é babaca”.
Rita Lee é babaca? Claro que não, mas certamente cometeu uma babaquice. Numa de suas músicas – ‘Você vem’ – ela faz autocrítica antecipada, confessando: “Não entendo de política/ Juro que o Brasil não é mais chanchada/ Você vem. e faz piada”. Como ela é mutante, esperamos que faça um gesto grandioso, um pedido de desculpas dirigido ao povo brasileiro, cantando: “Desculpe o auê/ Eu não queria magoar você”..
A mesma bala do preconceito disparada contra Marina atingiu também a ministra Dilma Rousseff, em quem Rita Lee também não vota porque, “ela tem cara de professora de matemática e mete medo”. Ah, Rita Lee conseguiu o milagre de tornar a ministra Dilma menos antipática! Não usaria essa imagem, se tivesse aprendido elevar uma fração a uma potência, em Manaus, com a professora Mercedes Ponce de Leão, tão fofinha, ou com a nega Nathércia Menezes, tão altaneira.
Deixa ver se eu entendi direito: Marina não serve porque tem cara de fome. Dilma, porque mete mais medo que um exército de logaritmos, catetos, hipotenusas, senos e co-senos. Serra, todos nós sabemos, tem cara de vampiro. Sobra quem?
Se for para votar em quem tem cara de quem comeu (e gostou), vamos ressuscitar, então, Paulo Salim Maluf ou Collor de Mello, que exalam saúde por todos os dentes. Ou o Sarney, untuoso, com sua cara de ratazana bigoduda. Por que não chamar o José Roberto Arruda, dono de um apetite voraz e de cuecões multi-bolsos? Como diriam os franceses, “il péte de santé”.
O banqueiro Daniel Dantas, bem escanhoado e já desalgemado, tem cara de quem se alimenta bem. Essa é a elite bem nutrida do Brasil.
Rita Lee não se enganou: Marina tem a cara de fome do Brasil, mas isso não é motivo para deixar de votar nela, porque essa é também a cara da resistência, da luta da inteligência contra a brutalidade, do milagre da sobrevivência, o que lhe dá autoridade e a credencia para o exercício de liderança em nosso país.
Marina Silva, a cara da fome? Esse é um argumento convincente para votar nela. Se eu tinha alguma dúvida, Rita Lee me convenceu definitivamente .

Justíça nesse país

Eis o por quê da expressão: Deixar o cachorro passar e implicar com a pulga.

Isso foi exibido em todos os telejornais noturnos na quinta feira.

Paulo, 28 anos, casado com Sônia, grávida de 4 meses, desempregado há dois meses, sem ter o que comer em casa foi ao rio Piratuaba-SP a 5km de sua casa pescar para ter uma ‘misturinha’ com o arroz e feijão, pegou 900gr de lambari, e sem saber que era proibido a pesca, foi detido por dois dias,
levou umas porradas.

Um amigo pagou a fiança de R$ 280,00 para liberá-lo e terá que pagar ainda uma multa ao IBAMA de R$ 724,00.

A sua mulher Sônia grávida de 4 meses, sem saber o que aconteceu com o marido que supostamente sumiu, ficou nervosa e passou mal, foi para o hospital e teve aborto espontâneo.

Ao sair da detenção, Ailton recebe a noticia de que sua esposa
estava no hospital e perdeu seu filho, pelos míseros peixes que ficaram
apodrecendo no lixo da delegacia.

Quem poderá devolver o filho de Sônia e Paulo?

Henri Philippe Reichstul, de origem estrangeira, Presidente da PETROBRAS.
Responsável pelo derramamento de 1 milhão e 300 mil litros de óleo na Baía
da Guanabara. Matando milhares de peixes e pássaros marinhos. Responsável, também, pelo derramamento de cerca de 4 milhões de litros de óleo no Rio Iguaçu, destruindo a flora e fauna e comprometendo o abastecimento de água em várias cidades da região. Crime contra a natureza, inafiançável. Encontra-se em liberdade. Pode ser visto jantando nos melhores restaurantes do Rio e de Brasília.

*Esta é uma campanha em favor da VERGONHA NA CARA.*
*Eu já divulguei, e você? *
*Faça sua parte, não demora em nada.

*BRASILEIROS INDIGNADOS

Ai vai a lista de shows no Brasil – se prepare, vem coisa boa…

Para não ficar um “Brasilia Urgente” aqui no meu blog, resovi colocar uma lista de shows para esse ano…

Coldplay – 28 de fevereiro no Rio (Praça da Apoteose) e em 2 de março em São Paulo (Estádio do Morumbi). Os preços das entradas variam de R$ 160 a R$ 500 e ainda há setores disponíveis. 

Guns N’ Roses – Brasília (dia 7), Belo Horizonte (no dia 10), São Paulo (dia 13), Rio de Janeiro (dia 14) e Porto Alegre (dia 16).

A-ha – Bauru, no interior de São Paulo, no dia 9. Em seguida o grupo toca em São Paulo (dia 10), no Rio de Janeiro (dia 13), em Belo Horizonte (dia 14), em Brasília (dia 16) e no Recife (dia 18). Os ingressos já estão à venda.

Franz Ferdinand – Porto Alegre (dia 18, no Pepsi on Stage), no Rio de Janeiro (dia 19, na Fundição Progresso), em Brasília (dia 21, em local a ser confirmado) e em São Paulo (dia 23, no Via Funchal).

Social Distortion – dias 17, no Via Funchal (São Paulo); dia 18, no Curitiba Master Hall (Curitiba); e dia 20, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho (Porto Alegre).

Gossip  – festival ‘Virus Chilli Beans’ nos dias 19 e 20, em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente. Os ingressos custam R$ 100 (primeiro lote) em São Paulo, e o preço no Rio ainda não foi confirmado

ZZ Top – dia 22 de maio no Via Funchal(SP)- Ingressos variam de R$ 200 a R$ 300, com meia entrada.

 

Escolha os shows e vão…

hehehe…

Desculpe os fãs, mas Oasis já ta na hora de descer do salto

Olha só, esses caras só querem ser os Beathes, de Liverpol, mas a cada vez tem uma “frescurite” diferente, confira o que eu achei por aqui no wordpress.

 

Show Oasis (Arena Anhembi – 09/05/09)

It rains like Mancheter.” Essa foi a frase, carregada do sotaque de Liam, que marcou o show do Oasis em São Paulo em 2006. No último sábado, dessa vez em um palco muito mais digno para a banda, a chuva apareceu novamente. Coincidência? Sim, mas podia não ser. As apresentações irmãos Gallagher são mesmo assim: pouco mudam.

Alguns momentos são esperados com a mesma certeza de ouvir Wonderwall, como a própria apresentação deste que é  hino da banda – “this one is called Wonderwall” – e a entrada do quinteto ao som de Fucking ´n the Bushes. Mas nesta turnê, a banda definitivamente não se preocupou em surpreender o público. O setlist deve ter sido impresso em escala indústria. Bem generoso, com lugar para  muitos clássicos, mas já esperado. Em resposta aos pedidos dos fãs por Live Forever, música que ficou de fora do setlist, Noel apenas diz “I don´t think so. Esse é o nosso show. Nós dizemos o que vamos tocar, não o contrário.”

É por conta de frases como esta acima que fica a surpresa dos shows do irmãos Gallagher. Geniosos, eles são bem imprevisíveis. O que se espera são suas palavras. Raras, mas sempre marcantes. Dessa vez, até que mostraram certa simpatia e fizeram brincadeira com a chuva. Mas, irritado com as pessoas que jogavam coisas no palco, Noel logo mudou de tom e, apontando para os bagunceiros, ameaçou sair do palco se continuassem (algo que o irmão fez, de fato, em um festival de Lisboa, alguns anos atrás).

Nesta terceira vinda da banda à São Paulo, notou-se, no entanto, uma grande diferença. Esta, inevitável. O tempo passou e isso está não apenas na aparência dos ingleses, mas também na voz, principalmente de Liam, que, às vezes, desafina. A energia também diminuiu, nota-se pelas músicas dste último álbum,  Dig Out Your Soul. Ótimas, com destaque para a apresentação ao vivo de Waiting for the Rapture, mas com uma pegada bem diferente e mais contida do que em Rock ´n Roll Star – primeira música do cd de estréia da banda e a primeira do show.

Nada compromete, no entanto, a animação do show, garantida por essas canções da velha safra – apesar de músicas como Lyla e The Importande of Being Idle já serem bem conhecidas pelo público. A versão mais intimista de Don´t Look Back in Anger ressaltou as 15 mil vozes que acompanharam Noel em coro. Todos cantam, todos pulam–  seja para extravasar, seja para ver um pouco mais do palco. Em show do Oasis, até que a chuva é bem-vinda.