20
Nov
09

Tá pintando o METALLICA em Brasília. Pode?

Matéria publicada no Cult 22,

Vocês já devem ter lido hoje (19/11) sobre os agora oficiais shows do Metallica no Brasil: dias 28 (quinta-feira), no estádio Zequinha, em Porto Alegre, e 30 de janeiro (sábado), no estádio do Morumbi, em São Paulo. As informações já constam no site da banda norte-americana e, claro, estão deixando todo mundo em polvorosa.

Mas os fãs brasilienses ainda não precisam se desesperar. Um dos produtores locais que está negociando a vinda do quarteto garante que as conversas estão bem adiantadas. Ou seja: ainda pode rolar, sim, um show do Metallica em Brasília! A data seria aquela mesma: 31 de janeiro (domingo), no Mané Garrincha. Para reforçar a possibilidade, vale notar que a apresentação seguinte na agenda oficial será apenas em 7 de março, na Costa Rica. Logo, tem data sobrando para ser preenchida. Claro que não dá pra confiar 100%, mas é só uma informação que acredito importante dividir com nossos leitores/ouvintes.

De qualquer forma, quem não quiser se arriscar a esperar, os ingressos para o show gaúcho, em estádio com capacidade para 27 mil pessoas, começam a ser vendidos ao público em geral na madrugada do dia 3 de dezembro pelo site da Ticketmaster e pela manhã pelo telefone 4003-8282 ou nos pontos de venda credenciados. Pista e arquibancada vão custar R$ 120 (1º lote) e R$ 140 (2º lote). A cadeira, a R$ 160 (cadeira) e a pista VIP, a R$ 250. Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners  poderão comprar já entre 26 de novembro e 2 de dezembro.

Os de São Paulo, com carga de 68 mil bilhetes, já estarão disponíveis a partir da madrugada de 1º de dezembro pelo mesmo site, mas com preços mais salgados: R$ 150 (arquibancada laranja), R$ 170 (arquibancadas azul e vermelha), R$ 190 (arquibancada vermelha especial), R$ 250 (pista e cadeira inferior), R$ 300 (cadeira superior) e R$ 500 (pista vip). Os que possuem os cartões descritos acima têm a pré-venda entre 24 e 30 de novembro.

Desde 1999 que o Metallica não vem ao Brasil. Vale lembrar que eles tinham turnê agendada em 2003 pelo país, mas cancelaram de última hora com a desculpa esfarrapada de que o baterista Lars Ulrich estava com problemas de saúde. A nova pernada, batizada World Magnetic Tour, está na estrada desde outubro de 2008.

20
Nov
09

Play de hoje

Play ! Sexta 20 de Nov. BENEFICENTE !

18/11/09

traiga um kg de alimento e pague R$ 10 toda a noite
Com os DJs Gustavo & Gorfo (Cassino Supernova), Montana, Ed & Zeca e Vanessa (Gonorants) na pista central; Gabriel Grandi, Lucy & the Popsonics (DJ set) e 2 Playerz (Loghan & Pedro Saliba) na pista alternativa. Entrada: R$ 10,00 + 1 kg de alimento (a noite toda) ou R$ 15,00 (sem 1kg de alimento). As 30 primeiras pessoas que chegarem e doarem 1kg de alimento pagam R$ 5,00.
20
Nov
09

Morre Herbert Richers, pioneiro na dublagem de filmes no Brasil

da Folha Online

O produtor de cinema e dono da Herbert Richers S.A, empresa pioneira no ramo de dublagens no Brasil, morreu hoje aos 86 no Rio. A informação foi confirmada por um funcionário da empresa, que não soube informar a causa da morte.

Ana Ottoni/Folha Imagem
Herbert Richers em foto de 2000; empresário morreu hoje, aos 86 anos
Herbert Richers em foto de 2000; produtor morreu hoje, aos 86 anos

O velório acontece hoje, a partir das 14h, na capela 1 do cemitério Memorial do Carmo, no Rio.

Richers nasceu em Araraquara, interior de São Paulo, em 11 de março de 1923 e se mudou para o Rio em 1942, onde fundou, em 1950, a companhia que leva seu nome.

Atualmente, a empresa possui um dos maiores estúdios de dublagem da América Latina e é responsável por grande parte dos filmes exibidos em português no país.

Os filmes dublados pela empresa são conhecidos pelo anúncio que diz “versão brasileira, Herbert Richers” ao início.

05
Nov
09

Festa à vista – Play e projeto Homem Marreta

04
Nov
09

Festas em Brasília no Twitter

O site Festas em Brasília está agora no Twitter.

Um dos sites alternativos de Brasília divulgará suas festas e shows no twitter,  o endereço para entrar é o http://twitter.com/festasembsb, sigam o site de relacionamento que está na moda e veja o que está rolando na cidade.

26
Out
09

Festas à vista…

FlyerHalloween07nov

25
Out
09

Aos 83 anos, o senhor da Toca da Coelhinha avalia seu legado

 

Brooks Barnes
Em Holmby Hills, Califórnia

Hugh Hefner se recostou em uma poltrona namoradeira vermelha surrada, no escritório de sua mal-afamada mansão, e cruzou os dedos atrás da cabeça. Um visitante havia perguntado – ou melhor, gritado, já que ele tem dificuldade para escutar – algo sobre mortalidade.

Aos 83, ele pensa nisso? Em uma palavra, não. Hefner, o lendário fundador da “Playboy”, o profeta do hedonismo, não acredita que seu fim esteja próximo.

Ele também não age dessa maneira. Ainda trabalha o dia inteiro em sua revista, voa para a Europa e Las Vegas, toma Viagra, visita clubes noturnos com suas três namoradas-companheiras – todas jovens o suficiente para serem suas netas – e está trabalhando em um filme com o produtor Brian Grazer.

“Esta é uma das melhores épocas da minha vida”, ele disse, sorrindo, de pijama e chinelos. “É ainda melhor e mais rica do que as pessoas pensam.”
Você quer acreditar nele, mas é difícil ignorar a realidade de seus negócios. A Playboy Enterprises, abalada por uma paisagem da mídia em mutação, está precisando de reforço. Na terça-feira (20), a revista disse que reduziria o número de sua circulação garantida aos anunciantes de 2,6 milhões para 1,5 milhão. A empresa apresentou prejuízo em sete trimestres consecutivos.

E, talvez mais chocante, a companhia disse no início deste ano que avaliaria ofertas de aquisição, algo que era considerado impensável enquanto Hefner ainda vivesse.

Hefner sabe que toda boa festa tem de acabar, e há muito tempo comprou uma cripta ao lado da de Marilyn Monroe em um cemitério de Los Angeles. Em entrevistas ao longo dos anos, ele falou sobre como a vida não teria sentido sem a revista. “Se eu a vendesse, minha vida estaria terminada”, disse. Mas talvez esteja mudando de idéia: “Estou levando mais a sério o fato de que não tenho mais 30 anos. Preciso pensar na continuidade da revista”.

Ame-o ou odeie-o, ninguém duvida da influência de Hugh Hefner na história cultural dos EUA. Como editor de revista, ele essencialmente fez para o sexo o que Ray Kroc fez para as lanchonetes de beira de estrada: limpou-o para uma classe média em ascensão.

Como uma força cultural, porém, Hefner ainda divide o país – 56 anos depois da primeira edição da “Playboy”. Para seus seguidores, ele é o grande libertador sexual que ajudou a alforriar os americanos do puritanismo e da neurose. Para seus críticos, incluindo muitas feministas e conservadores, ele ajudou a implementar uma revolução nas atitudes sexuais que as transformou em objetos, fez de vítimas inúmeras mulheres e promoveu um estilo de vida imoral, somente de prazeres.

Hefner admite as consequências sombrias daquilo que ajudou a criar, mas diz que “é um pequeno preço a pagar pela liberdade pessoal”. “As pessoas nem sempre tomam boas decisões. As verdadeiras obscenidades neste planeta têm muito pouco a ver com sexo”, ele disse, acrescentando que “não é uma época romântica”.

Menos romântica e – com a pornografia online disponível à vontade e conversas detalhadas sobre sexo, inclusive no próprio programa de Hefner na TV, “The Girls Next Door” [As vizinhas] – é uma época que faz os ideais da Playboy parecerem tímidos.

Hefner – que usa a palavra “gato” para descrever a si mesmo, como em “eu sou o gato mais sortudo do planeta” – não tem uma idéia muito positiva da paisagem cultural de hoje. “Eu sinto intensamente que hoje a cultura pop é uma sopa mais rala”, ele disse. “Costumava ser um mingau grosso.”

Ao mesmo tempo, tenta ser um participante ativo. Enquanto a revista ainda é editada amplamente em Chicago, Hefner aprova “cada Playmate, cada capa, os quadrinhos e as cartas”. Trabalhando em um escritório em casa ou na cama, cuja colcha de pele de quati da Tasmânia dos anos 1970 foi trocada por uma de seda e veludo, Hefner ajudou a conduzir a recente decisão de comprar um trecho de 5.000 palavras do romance inacabado de Vladimir Nabokov, “The Original of Laura”, para uma próxima edição.
Suas namoradas-companheiras recentemente o ensinaram a usar o Twitter. (“Eu vou jogar baralho hoje à noite” foi um tweet recente.) Ele adora o seriado da HBO “True Blood”. Recentemente, filmou um comercial de Guitar Hero segurando o cachimbo que abandonou depois de sofrer um pequeno infarto em 1985.

Ele também sofreu humilhações pessoais. Antigas namoradas, incluindo as que apareceram em “The Girls Next Door”, o retrataram em entrevistas e em um livro como um maluco por controle que impõe um toque de recolher às 21h.

A própria mansão já teve dias melhores. Durante uma visita em julho, a casa de jogos (que tem um quarto inteiro forrado por um colchão) cheirava a mofo, enquanto a gaiola de pássaros precisava de uma faxina. Aquela famosa gruta com Jacuzzis de diversas profundidades parecia mais um tanque fétido de zoológico do que um palácio do prazer (embora as prateleiras próximas estivessem estocadas com enormes frascos de óleo para bebês Johnson’s).

Em março, com o mercado imobiliário em queda livre, Hefner colocou à venda a casa de sua ex-mulher, vizinha à Mansão Playboy, por US$ 28 milhões. Foi comprada em agosto por US$ 18 milhões. Hefner, que se separou de Kimberly Conrad Hefner em 1998, pediu o divórcio no início de setembro; ela o está processando e alega que lhe deve US$ 4 milhões segundo um acordo pré-nupcial e pela venda da casa.

A equipe de Hefner insiste que o dinheiro não está apertado, mas uma série de ações faz parecer que sim. O “Los Angeles Business Journal” relatou no ano passado que a equipe de funcionários da mansão foi reduzida. As pessoas hoje podem comprar ingressos para suas festas (até US$ 10 mil por pessoa) que antes eram só para convidados, mas que continuam sendo uma parte vital da animação da marca Playboy.
“Nem sempre é tão excitante quanto as pessoas pensam”, disse Holly Madison em uma entrevista no outono passado. Ela viveu com Hefner durante sete anos como sua “namorada número 1″, até que rompeu com ele no último outono.

Richard Rosenzweig, que trabalha na Playboy desde 1958 e detém diversos cargos, suplicou para discordar. “Este é um lugar muito inspirador”, ele disse em uma entrevista na sala de jantar de Hefner. “Todo mundo quer vir aqui.”

Quando o relacionamento com Madison terminou, Hefner disse que recebeu cartas de mulheres de todo o mundo implorando para substituí-la. “Elas subiam nos portões”, ele disse, sorrindo. Hefner escolheu três novas namoradas-companheiras: Crystal Harris, de 23 anos, e as gêmeas Kristina e Karissa Shannon, de 20.

Apesar de sua atitude mais falante, Hefner claramente está pensando em seu legado. Ultimamente tem se debruçado sobre seus cadernos de notas, que mantém desde a infância e hoje chegam a mais de 2.000. O material inédito deles – seu primeiro cartão de biblioteca, quadrinhos desenhados por ele e fotos – vão formar o núcleo de uma “biografia ilustrada” de 3.500 páginas em seis volumes, da editora Taschen. Somente 1.500 exemplares dessa obra gigantesca serão vendidos a US$ 1.300, a partir do mês que vem.

Pela primeira vez Hefner também concedeu acesso ilimitado a uma cineasta documentarista, Brigitte Berman, que recentemente concluiu “Hugh Hefner: Playboy, Activist and Rebel” que estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto.

E uma grande cinebiografia de Hollywood está sendo finalmente acelerada. Grazer se reuniu há pouco tempo com a roteirista Diablo Cody para discutir o projeto, disse Hefner. Brett Ratner (mais conhecido pelos sucessos de bilheteria “A Hora do Rush”) foi contratado para dirigir. Robert Downey Jr. manifestou interesse em interpretar Hefner.
“Ele é um intelecto da mais alta ordem que influenciou toda a cultura mundial de maneira intensa – e essa influência é drasticamente subvalorizada”, disse Grazer.

De fato, alguns de seus velhos amigos temem que certas conquistas que eles admiram – criar um ícone cultural (a Coelhinha da Playboy), apagar limites raciais (através da inclusão de artistas negros em seus clubes) e seu apoio a muitas causas feministas, incluindo o direito ao aborto e a Emenda pela Igualdade de Direitos – estejam se perdendo.

Hefner também se preocupa com isso. “Nós literalmente vivemos em um mundo muito diferente, e eu influí para torná-lo dessa maneira”, ele disse. “Os jovens não sabem disso.”

25
Out
09

Morrissey desmaia durante show na Inglaterra.

O cantor Morrissey, 50, ex-líder dos Smiths, desmaiou durante um show na cidade de Swindon (cerca de 150 km a Oeste de Londres), neste sábado (24), informou o site do jornal inglês “Telegraph”. Segundo testemunhas, o cantor interpretava a música “This Charming Man”, quando cambaleou no palco, caiu e teve de ser retirado de cena por integrantes da equipe técnica. O show foi suspenso, e o cantor foi levado ao hospital Great Western. Desde o início deste ano, Morrissey já cancelou diversos shows de sua turnê mundial alegando uma “doença não específica”. Em maio, ele cancelou um show em Londres, quatro na Flórida, um em Birmingham, e uma aparição no programa do apresentador Jools Holland. O cantor divulga seu disco mais recente, “Years of Refusal”, lançado em fevereiro. Ainda segundo o site do “Telegraph”, um porta-voz do hospital informou que Morrissey passa por uma avaliação médica e que seu estado clínico é estável.

23
Out
09

Beba para entrar, reze para sair

Festa no dia 07/11 no Clube da Imprensa:

Djs

Ed e Zeca (10:30 a 0h), Clarice Garcia, Alex Maraskin  e Thiago Freitas

Gênero: Rock, rock pop, rock alternativo, Rock in roll, 70, 80 e 90 – brasucas.

FlyerHalloween07nov

14
Out
09

Morre Al Martino, o cantor de ‘O poderoso chefão’

Do G1

Ele fez o papel de Johnny Fontane no filme de Copolla
Cantor fez sucesso nos EUA nos anos 50 e 60 com hits como ‘Spanish eyes’.


O cantor ítalo-americano Al Martino. (Foto: AP)

O cantor ítalo-americano Al Martino. (Foto: AP)

O cantor americano de origem italiana Al Martino, intérprete de baladas populares como “Spanish eyes” e “Volare” e que atuou como o cantor de casamento no filme “O poderoso chefão”, morreu aos 82 anos, informa o jornal “Philadelphia Inquirer”.


Al Martino – cujo nome verdadeiro era Alfred Cini – morreu na terça-feira (13) na Filadélfia (Pensilvânia), cidade em que foi criado, segundo Jerry Blavat, um amigo do cantor.


O “Philadelphia Inquirer” não informa as causas da morte do artista.


Al Martino foi muito famoso nas décadas de 1950 e 1960. Sua carreira teve como ponto alto o ano de 1965 com a música “Spanish eyes”, que se tornou um grande sucesso.


Ele fez uma participação como a personagem Johnny Fontane em “O poderoso chefão” (1972) de Francis Ford Coppola, no qual cantou uma das canções do filme, “Speak softly love”.

20
Set
09

Porquê não acaba o Maskavo?

Porquê?

20
Set
09

Porão do rock baixas

Maskavo fraco como sempre. Show para completar. Não convenceu nem os jovens de 15 a 18 anos. O pior do palco.

20
Set
09

Legião no planalto

Na surpresa do porão do rock. Legião Urbana com vários vocalistas, no destaque Tony Platão, da banda Hojerizah, tocando “eu sei”.
Paralamas com um show inretocável e Detrito Federal eletrizando o Porão.
Destaque também para litle quail.

20
Set
09

Sepultura the best

Show do Sepultura foi divino. Mandaram ontem. Show inesquecível.

16
Set
09

Vídeos do Dia

Faith No More – Evidence

Primal Scream – Kill All Hippies




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nati. em Metallica no Brasil, nada…

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Festas em Brasília

  • A volta da Festa 80s + gostosa do DF: BIZARRE LOVE TRIANGLE - Landscape Pub - lista amiga (R$ 10) festa80bizarre@gmail.com (via @raih2000) 1 day ago
  • Hoje no landscape, comunist party 2 days ago
  • PLAY! - Beneficente - Espaço Galleria,Conic-23:30-20/11-Djs Zeca, Ed, MONTANA, WILLY & CLARK e outros. 1Kg alimentos p/entar +barato 3 days ago
  • COMMUNIST PARTY 07 - 21/11 ÀS 22H - LANDSCAPE PUB -(LAGO NORTE) - DJS RAFAEL BODE, RONEBA, SUBERMARIO BROS - CONVIDADO MONTANA 3 days ago